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  • Silvia Machado

Apresentação

Atualizado: 17 de Ago de 2019


Olá, novos amigos!


Quero falar de Educação Ambiental, não aquela que se aprende nas escolas e que deve ser apresentada por toda e qualquer disciplina do currículo escolar formal, então se diz que ela é interdisciplinar, multidisciplinar e transdisciplinar.


Não é dela que tratarei neste blog. O foco deste canal de divulgação e discussão de toda e qualquer prática de Educação Ambiental é a informalidade.

Informalidade, como assim?


Espera! Antes, vamos entender o que vem a ser Educação Ambiental, definida pela Lei 9.795/99, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental.


“Processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade”. Art 1º Capítulo I Da Educação Ambiental.


Esse conceito toma por base o que está incluído na Constituição Federal de forma clara no Art. 225, Inciso VI, que diz “promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente”.


Então, Educação Ambiental é um importante caminho para corrigir atitudes, harmonizar ideias, superar divergências e formar sujeitos socialmente capazes de desenvolver ações sustentáveis para o equilíbrio do meio em que vivem e do planeta.


A informalidade, respondendo pergunta lançada anteriormente, fica por conta de todo e qualquer órgão integrante do Sistema Nacional de Meio Ambiente – SISNAMA (Art 3º, Inciso III), dos meios de comunicação de massa (Art 3º, Inciso IV), das empresas, entidades de classe, instituições públicas e privadas (Art 3º, Inciso V) e da sociedade como um todo (Art 3º, Inciso VI).


Então, de que forma a sociedade pode contribuir para boas práticas de Educação Ambiental?


Mantendo “atenção permanente à formação de valores, atitudes e habilidades que propiciem a atuação individual e coletiva voltada para a prevenção, a identificação e a solução de problemas ambientais”. (Art 3º, Inciso VI).



Dito isso, vou apresentar para vocês a proposta deste meu blog:

1) Ser um canal de divulgação de boas práticas de educação ambiental;

2) Promover o desenvolvimento sustentável tanto individual quanto coletivo;

3) Conscientizar e sensibilizar as pessoas em relação à responsabilidade, compromisso e solidariedade para com o bem estar coletivo e a qualidade do meio ambiente;

4) Divulgar sobre ações de prevenção e precaução, que possam evitar e/ou reduzir quaisquer impactos negativos ao meio ambiente;

5) Abrir e lançar o debate sobre temáticas ambientais cotidianas, com o objetivo de contribuir para a geração de novas ideias e práticas de Educação Ambiental.


Já que Educação Ambiental é um processo, ou seja, uma ação continuada de alguma atividade, há um longo caminho a percorrer, não é?


Processo também envolve identificar, elencar e adotar um método, metodologia de trabalho ou um sistema de agir, com medidas que visam atingir um objetivo.

Assim, vamos juntos avante, em frente, sempre caminhando até atingir os objetivos propostos!


Como resultado, espero refletirmos mais sobre nosso papel como agentes transformadores da sociedade para um futuro menos agressivo em relação ao uso dos recursos naturais, mais gentil nas relações recíprocas entre os seres humanos e seu meio moral, social e econômico e mais harmoniosos no que diz respeito a boas práticas ambientais.


Até o próximo post, que será breve, viu?!


Beijos.

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